Feliz dia dos Melhores Amigos


Já não consigo imaginar a minha vida sem ti. Tornaste-te no meu presente, no meu dia-a-dia. Sinto em mim uma constante necessidade de procurar por ti, de saber onde estás, nem que seja para gozares comigo outra vez. Porque cada palavra tua, cada olhar feliz e cada sorriso teu me preenche. Só Deus sabe o que sinto por no meio da multidão ainda chamares por mim só para me contar o que aconteceu na noite anterior ou para falarmos do Benfica. As tuas lágrimas destrocem-me e o teu sorriso ilumina-me. Já são quase 3 anos, mas já parece uma pequena infinidade. Provavelmente, ou aliás, de certeza que já passaste muito mais tempo a troçar de mim do que a seres fofinha. Fofinha não é a palavra indicada porque tu, inacreditavelmente, consegues ser fofinha até nos teus mais malvados momentos. Mas mesmo que prefiras rir-te de mim a rir-te comigo... Ai rapariga, o que eu quero é fazer-te rir. O que mais me toca é nunca me teres abandonado, mesmo quando batia no fundo, era irresponsável e infantil, nunca me deixaste sozinha. Até mesmo quando fui embora, fizeste-me nunca realmente ir. Parece incrível como duas raparigas do fim do mundo se encontraram, ambas com valores pessoais e familiares tão parecidos e ambas com a mesma, e tão grande, paixão clubística (às vezes pergunto-me se tudo seria igual se isto não se verificasse; gosto de pensar que sim).
Dizem que, uma vez na vida e se formos muito sortudos, vai aparecer alguém na nossa vida que a vai dividir no tempo antes de a conhecermos e no tempo depois.
Não tenhas qualquer dúvida que foste tu.